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Michelle Bowman Indica Possível necessidade de mais ajustes para controlar inflação

07 de Agosto de 2023


Hoje, segunda-feira, a renomada economista e membro do Conselho do Federal Reserve (Fed), Michelle Bowman, proferiu um discurso relevante no cenário econômico, enfatizando a evolução no controle da inflação e apontando para medidas adicionais que possam ser necessárias para atingir as metas estabelecidas.


Durante um evento marcante nesta manhã, Bowman comentou sobre os avanços já alcançados no que diz respeito à contenção da inflação desde o início do atual ciclo de aumento de juros do banco central americano. Ela ressaltou que apesar dos progressos visíveis em 2022, a inflação ainda se mantém consideravelmente acima da meta estabelecida em 2%. A perspicaz economista também salientou que o mercado de trabalho continua aquecido, com a demanda por empregos ultrapassando significativamente a oferta de trabalhadores disponíveis.


"A trajetória de redução da inflação ao longo do último ano é inegável. No entanto, ainda temos um percurso pela frente para alinhar os índices inflacionários com nossos objetivos", afirmou Bowman.


A diretora do Fed enfatizou que a economia dos Estados Unidos tem apresentado um crescimento moderado, com sinais de robustez na atividade econômica. Mesmo com as instituições financeiras ajustando suas políticas de empréstimo devido às taxas de juros mais elevadas e custos de financiamento em ascensão, os empréstimos a empresas e famílias continuam a expandir-se no país.


Com base em sua análise, Michelle Bowman expressou apoio ao recente aumento da taxa de fundos federais realizado em julho e indicou que pode haver mais ajustes no futuro para alcançar a meta de inflação estabelecida pelo Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc).


"Acredito que as decisões futuras deverão ser embasadas nas tendências econômicas observadas. Estarei acompanhando atentamente os dados disponíveis para determinar a trajetória contínua da inflação e para avaliar se são necessários aumentos adicionais nas taxas de juros", acrescentou Bowman.


No último dia 26 de julho, o Fed elevou as taxas de juros em 0,25 ponto percentual, atingindo uma marca que não era vista há mais de duas décadas, situando-se no intervalo de 5,25% a 5,50% ao ano.


As palavras de Michelle Bowman ecoam não apenas no cenário econômico dos Estados Unidos, mas também reverberam globalmente, à medida que os líderes financeiros de todo o mundo continuam a monitorar as ações e declarações do Fed em busca de insights sobre as perspectivas econômicas futuras.

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